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Dr. Ronaldo Cardoso da Costa
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Dr. Ronaldo Cardoso da Costa
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Sandra Regina Campaner
Comentário ·
há 8 anos
Servidor: Conheça os seus direitos sobre licença-prêmio
Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal em Goiás
·
há 13 anos
Foi utilizada parte da minha licença premio de 6 meses (averbada para fins de aposentadoria, pra liberação do abono de permanência (não sei se por erro de quem calculou à época em que foi feito o pedido de verificação ou se utilizaram apenas para me conceder o beneficio porque só soube agora) A referida licença foi desaverbada um tempo atras visto que tinha tempo suficiente para aposentar, mesmo sem a averbação, com o intuito de gozar essa licença...Ocorre que me foi dito que eu nao tinha direito à essa licença visto que parte dela foi utilizada para obtenção do abono permanencia e que eu inclusive ja havia recebido mais com o abono do que se fosse pago a mim essa licença...Me aposentei e sai sem direito a transforma-la em pecunia, ficando a mesma desaverbada. Acontece que trabalhei tempo além e acredito que foi erro deles a utilização dessa licença para liberaçõ de outro benficio. Queria saber se tenho ou nao direito a restituição dessa licença premio nao gozada, porque nao foi culpa minha...me deram o abono...quem faz o calculo são eles, nao eu...
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Henrique Bandeira
Comentário ·
há 5 anos
Projeto de Kim Kataguiri propõe extinguir frentistas em postos de combustível
Jornada Trabalhista e Previdenciária
·
há 5 anos
Por que não pensar no fomento do ensino técnico a esses profissionais, para que adquiram novas capacidades e se adaptem ao mercado que está sempre em evolução? Nenhuma profissão está a salvo do avanço da tecnologia, que tende a extinguir qualquer colocação, principalmente aquelas repetitivas e que - a princípio - não exigem muito labor mental. Creio que ao invés de criticar a proposta em si, que faz sentido e é viável, mais interessante seria pensarmos (em conjunto) sobre como podemos possibilitar mais conhecimentos técnicos a esses trabalhadores, para que eles e elas possam se recolocar no mercado, em funções mais atualizadas e imprescindíveis. O que seria da humanidade de hoje se tivéssemos renunciado à luz elétrica em prol dos trabalhadores que produziam velas? O mesmo se aplica a esse caso, em que o avanço da tecnologia há muito tornou esta e várias outras profissões obsoletas (como, por exemplo, a de cobrador de ônibus). A meu ver, a proteção face à automação deve ser racional, atenta ao pragmatismo e ao que funciona a longo prazo, e não se apegar à manutenção de uma profissão obsoleta, sob o argumento de risco de desemprego.
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